sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mapa Mental

CICLO 4
Módulo 5 - Práticas Pedagógicas
Especialização Tecnologias e Novas Educações


Foi muito legal construir o Mapa Mental! Adorei!
Vejam abaixo!!!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Entrevista na Escola sobre as TIC´s

CICLO III
Módulo 4 - Políticas Públicas
Especialização de Tecnologias e Novas Educações


Gente,

Abaixo vcs poderão ver na íntegra a entrevista com a Diretora da Escola Municipal Centro Social, profa. Carmen Romano, sobre Projetos de Tecnologia etc. Assistam e comentem colegas!!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Refletindo sobre os corpos mutantes

O AUTOR

Edvaldo Couto é filósofo graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), tem mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Puc-SP) e doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente, trabalha como professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced/Ufba) e pesquisador das relações entre corpo e estética contemporânea. Sobre o tema publicou Transexualidade. O corpo em mutação (GGB, 1999), O homem-satélite. Estética e mutações do corpo na sociedade tecnológica (Unijui, 2000) e, junto à colega Silvana Goellner, da Universidade Federal do Rio Grande Sul (UFRGS), organizou os artigos de Corpos mutantes. Ensaios sobre novas (d)eficiências corporais (Edufrgs, 2007), cuja segunda edição acaba de ser lançada.


ALGUMAS REFLEXÕES

Se pararmos para pensar, verificaremos que a questão da beleza, do culto ao corpo é antiga: desde o Oriente ao Ocidente e nas mais diversas culturas e tempos diferentes. Mas tem algo singular quando o parâmetro é a atualidade.
Depois da Revolução industrial os produtos de beleza se popularizaram entre as pessoas. Após o século XVIII a ciência se desenvolveu na forma de cuidar e manter o corpo. Técnicas médicas e cirurgicas se popularizaram. A moda é uma tendência onde todos desejam e querem seguir. As nova tecnologias contribuem divulgando e valorizando os cuidados com o corpo. 


Agora abaixo teremos um pequeno resumo sobre cada parte/capítulo do livro. Uma beijoka carinhosa para vcs!!!


1-      Corpo, fragmentos e ligações: 

 A micro-história de alguns órgãos e de certas promessas. (Leda Tucherman).


Nesta primeira parte, são trazidas as técnicas do cinema e suas contribuições e transformações decorridas entre o corpo e a técnica. Existe um pensamento/discussão que a técnica venha a substituir o humano. O cinema, segundo a obra, é a comunicação de massa que transcende a técnica e o corpo. Essa parte eu achei bastante interessante porque o cinema concretiza todos os sonhos humanos! 

2-      Corpo cyborg e o dispositivo das novas tecnologias. ( Homero Luís Alves de Lima).

Nesta segunda parte, o autor mostra possibilidades tecnológicas para transformar o corpo humano. O temo o "cyborg" é definido classicamente (ficção, literatura, cinema) e a relação que o corpo tem hoje com a "in"formação. 
O que me chamou atenção nesta parte é que o autor considera um cyborg, o fato de usar prótese. Então, eu também poderia ser considerada um cyborg! Aliás, de alguma forma todos nós seríamos!

3-      O espetáculo do ringue: O esporte e a potencialização de deficientes corporais. 
       (Cláudio Ricardo Freitas Nunes e Silvana Vildore).
  
Nesta terceira parte, o autor fala sobre a cultura dentro do contexto do grupo do Mixed Marcial Artes (MMA), onde o corpo é considerado como o ambiente adequado para praticar os esportes, independente se seu corpo sofreu ou não mutação, ou seja, se vc é ou um não um cyborg. 
O grupo do MMA fala sobre o corpo "ideal", o "ideal" dentro dos parâmetros e critérios da sociedade e da cultura moderna. Assim como, a discriminação dos corpos/seres humanos que não estão dentro destes parâmetros de corpo "perfeito". O grupo do MMA também passa por esse mesmo sentimento vez que, o corpo deles não possuem potencialização suficiente para poder lutar com o "outro". 
É também ilustrada várias tecnologias para realçar os elementos estéticos do corpo, tais como, Power plate (máquina que aprimora o treinamento), anabolizantes, suplementos alimentares etc. 

4- Velhice, palavra quase proibida; terceira idade, expressão quase hegemônica. 
    (Annamaria da Rocha Jatobá Palácios).

Nesta quarta parte, a autora analisa dois termos: "velhice" e "terceira idade" no contexto das  propagandas de cosméticos. Essas propagandas tem o objetivo de trabalhar auto-estima, a motivação etc. dá esperança de uma longa expectativa de vida. E para isso, as pessoas começam a consumir de forma desenfreada os produtos de cosméticos que garante um rosto sem rugas, sem manchas, sem linhas de expressão etc.
Assim posso concluir que, atualmente, o termo mais adequado é "terceira idade" já que esse grupo tem uma preocupação maior em viver mais, em viver melhor e de forma mais saudável, jovem. E o termo "velho-velhice" pertença a um passado remoto!


5 - A performance do híbrido: corpo, deficiência e potencialização. 
     (Varlei de Souza Novaes).

Nesta quinta parte, o autor faz uma discussão sobre o significado dos "corpos contemporâneos", no contexto dos atletas portadores de deficiência física. O autor usa o termo "transgredir" ao se reportar aos suportes técnicos que são usados por esses portadores. Eu, particularmente, diria que eles transcendem as suas limitações ao fazerem usos dos "corpos híbridos", ou seja, dos suportes técnicos. Com esses suportes, eles conseguem praticar e competir em natação, basquete, corridas etc. 

Referência



COUTO, Edvaldo. Corpos Mutantes: Ensaios sobre novas (d)eficiências corporais. 2.ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.


IMPORTANTE:
Módulo 3 - Sujeito na Contemporaneidade.
CICLO II.
Especialização Tecnologias e Novas Educações.

domingo, 1 de agosto de 2010

RESENHANDO: Pierre Lévy em O que é virtual?

Módulo 1: A dimensão Estruturante das Tecnologias
Ciclo I
Especialização: Tecnologias e Novas Educações

1. Identificando a Obra
LÉVY, Pierre. O que é virtual? Trad. Paulo Neves. São Paulo: Editora 34, 1996. 160p.

2. Apresentação da Obra
O texto de Lévy (1996) trata da questão, dos conceitos e dos significados do “virtual” (computadores e as redes digitais): “realidade virtual” no mundo atual. E o autor levanta a hipótese que tais acontecimentos estão vinculados ao próprio movimento humano. A obra traz um diálogo interessante a respeito do tema e o processo de transformação de um modo ser em outro diferente, na voz de alguns pensadores contemporâneos, tais como: Michel Serres e Gilles Deleuze, nos mais diversos aspectos, tais como: filosófico, antropológico e sócio-político.
3. Descrevendo a Estrutura da Obra

A obra “O que é virtual” está dividida em nove capítulos bem organizados, conforme uma breve descrição abaixo:
1. O que é a virtualização?
2. A virtualização do corpo.
3. A virtualização do texto.
4. A virtualização da economia.
5. As três virtualizações que fizeram o humano: a linguagem, a técnica e o contrato.
6. As operações da virtualização ou trívio antropológico.
7. A virtualização da inteligência e a constituição do sujeito.
8. A virtualização da inteligência e a constituição do objeto.
9. O quadrívio ontológico: a virtualização, uma transformação entre outras.

O foco narrativo da obra está predominantemente na 3ª pessoa do singular, de forma impessoal. O texto apresenta fluidez nas idéias, pensamentos e conteúdos de forma articulada, dinâmica e de fácil compreensão.
4. Descrevendo o Conteúdo da Obra.
Para tornar o entendimento do conteúdo abordado na obra de fácil acesso e compreensão para todos os leitores, serão expostos os capítulos em blocos de acordo com seus conteúdos, conforme abaixo relacionados:

1. O que é a virtualização?

Neste capítulo o autor trabalha com conceitos e discussões sobre “realidade”, “possibilidade”, “atualidade” e “virtualidade” de Michel Serres (?), Reichholf (1994) e Heidegger (?).

O virtual não se opõe ao real, mas sim ao actual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objecto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a actualização. (LÉVY, 1996, p.16)

Virtualização:
PROCESSO DE ACOLHIMENTO DA ALTERIDADE. ELA É HETEROGÊNESE.
2. A virtualização do corpo.
Aqui os conceitos abordados foram: “reconstruções” (cirurgia plástica, body building, equipamentos de visualizações médicas dos órgãos do corpo etc.), “percepções” (telefone para audição, TV para visão, equipamentos que estimulam o tato etc.), “projeções” (Projeção da ação: máquinas, redes de transportes, transferência de energia etc. Projeção da imagem: uso do telefone – corpo tangível e corpo móvel etc.), “reviravolta” (representação da imagem do “corpo” visível sem atravessar a pele: 3D, raio X, ressonância magnética etc.), “hipercorpo” (viagens e trocas – transplantes de órgãos de animais-tentativa de transformar animais em humanos, Franskestein-membros transplantados de diferentes corpos etc.), “intensificações” (através dos esportes intensificam a presença física – experimentar uma forma nova de sentir o mundo), e “resplandescência” (multiplicação do corpo-reinvenção, reencarnação, reinvenção: fases do corpo durante o envelhecimento etc.).
PROCESSOS DE VIRTUALIZAÇÕES (AUTORECRIAÇÃO) DO CORPO
3. A virtualização do texto.
O texto trata das três fases da evolução em direção a virtualização:
• a oralidade,
• a escrita e
• a virtualização informática.

Na oralidade, a circulação da informação e da cultura era de forma restrita no espaço e no tempo; já na escrita, todas as informações passam a fazer parte da memória coletiva, pelo seu poder de abrangência tanto no espaço quanto no tempo, servindo de base para a produção de novos conhecimentos.
Nos dias atuais, a escrita não está somente respaldada no papel. Ou seja, o texto atualmente é compreendido como um mundo sem fronteiras, no sentido que não existe mais um texto e sim, textos dentro de outros textos, que se ligam como se fossem redes (hipertextos: textos acessíveis, dinâmicos e compartilhável).
Para Lévy, na Internet as inteligências individuais são somadas constituindo a “inteligência coletiva”. Outro ponto da virtualização do texto é que: no texto escrito impresso pagava-se pelo texto, no texto virtual paga-se pela utilização. Portanto, passa-se de uma economia do valor de troca pelo valor de uso.

4. A virtualização da economia.

Neste capítulo, Lévy (1996), defende que a economia contemporânea é da desterritorialização e da virtualização. Um exemplo disso é o turismo, principal setor mundial em volume de negócios: viagens, hotéis, restaurantes etc. As pessoas tem dedicado recursos para “não estar presente, a comer, a dormir, a viver fora de sua casa, a se afastar do seu domicílio” (LÉVY, 1996, p.51).

Outro setor que tem aumentado o volume de serviços é a indústria automobilística (fábricas e manutenções de carros, caminhões, trens, metrôs, barcos, aviões, etc.) como causa e conseqüência do processo de virtualização da economia (ibdem), assim, o comércio e o processo de distribuição, cada vez mais eficiente, fazem viajar signos e coisas.

Mas, não devemos esquecer que “os meios de comunicação eletrônicos e digitais não substituíram o transporte físico”, pelo contrário: comunicação e transporte, fazem parte da mesma “onda de virtualização.”

Na economia contemporânea, a informação e o conhecimento possuem consumo não destrutivo e apropriação não exclusiva, um exemplo é a distribuição de ebooks, vídeos, etc. e o conhecimento e a informação são as principais fontes de riqueza do ser humano.

Nessa nova economia da virtualização o

  • trabalhador contemporâneo tende a vender não mais sua força de trabalho, mas sua competência, ou melhor, uma capacidade continuamente alimentada e melhorada de aprender e inovar que pode se atualizar de maneira imprevisível em contextos variáveis. (LÉVY, 1996, p.60)
 5. As três virtualizações que fizeram o humano: a linguagem, a técnica e o contrato.
Aqui, Lévy (1996) defende e desenvolve que a sociedade está passando por um processo de mutação que pode ser entendida como uma retomada da autocriação da própria humanidade.
  
A autocriação humana só existe porque existem três processos de virtualização que permitiram o desenvolvimento da linguagem, das instituições e da técnica, ou seja, a linguagem é a virtualização do aqui e agora, a técnica é a virtualização da ação e o contrato é a virtualização da violência. Todo esse processo teria um fim que seria a recriação de uma sociedade mais evoluída.
  
6. As operações da virtualização ou trívio antropológico.
  
Em minha opinião, este capítulo é o mais complexo em entendimento porque Lévy (1996) faz uma viagem através do “trívio do ensino liberal da Antiguidade: a retórica, a dialética e a gramática” e compara com a virtualização. Em suma, ele diz que a gramática é a fundamentação da virtualização, a retórica é a projeção do virtual e a dialética é o que une o virtual, o sistema de signos ao mundo objetivo. Ele mostra que o processo de virtualização já acontecia fora do seu tempo.
7. A virtualização da inteligência e a constituição do sujeito.
Para Lévy (1996), os seres humanos compartilham da inteligência social que permite uma noção do todo (mundivisão), isso porque, cada um pode alterar um pouco a sua realidade social que está inserido.
O ciberespaço é uma virtualização da realidade, pois ganha mais liberdade para realizar as recriações num espaço onde a heterogênese acontece. A inteligência coletiva é de extrema importância para o ciberespaço, porque cada indivíduo participa de forma ativa.
Cabe relembrar as três virtualizações que fizeram o humano: “cada indivíduo humano possui um cérebro particular e de forma geral, o desenvolvimento ocorre da mesma forma para outros membros da espécie. Biologicamente, as inteligências são individuais e semelhantes (mesmo não sendo idênticas). Culturalmente, a inteligência é variável e coletiva. Com efeito, a dimensão social da inteligência liga-se intimamente às linguagens, às técnicas e às instituições, e se diferenciam de acordo com o espaço e o tempo.
Assim, o autor defende que o ciberespaço é uma virtualização do mundo social existente, contudo, diferente porque possui mais espaço para acontecer mudanças culturais do que o espaço atual, isso porque, o ciberespaço favorece as conexões, as coordenações, as sinergias entre as inteligências individuais e, assim, consegue introduzir uma visão do virtual maior do que outros teóricos que confundiam o virtual, com o não existir.
8. A virtualização da inteligência e a constituição do objeto.
Neste capítulo, Lévy conclui sua tese sobre a teoria do virtual indicando que existe um objeto que potencia a virtualização: o ciberespaço (objeto comum, dinâmico, construído, (ou, pelo menos, alimentado) por todos aqueles que o usam).
O ciberespaço é a ponte entre o objeto comum dos seus produtores e dos seus exploradores, ou seja, é onde ocorre a virtualização de forma mais intensa, criativa e viva.
9. O quadrívio ontológico: a virtualização, uma transformação entre outras.
No último capítulo, o autor recapitula tudo que foi exposto anteriormente através de quadros explicativos (pólo latente-potencial/virtual/existente; pólo manifesto-real/atual/acontecimentos).
5. Analisando de Forma Crítica.
O texto de Lévy (1996) aborda de forma clara e didática o fenômeno da virtualização pautada através da comunicação virtual e nas características da sociedade contemporânea. Ele reflete todo o momento nas abordagens: filosófica (o conceito de virtual e o movimento da virtualização), antropológica (o processo de hominização que nasce com a virtualização) e sociopolítica (a mutação contemporânea que nos torna protagonistas de uma realidade nova).
Concordo com a proposta de Lévy, a respeito da comunicação virtual. Para ele, é um elemento de um processo que abrange toda a vida social, sublinhando aspectos como a diferenciação entre o virtual e o real, a dimensão econômica da comunicação, a desterritorialização e a problemática da temporalidade associada ao movimento de virtualização. E a escola está inserida neste processo de virtualização, pois a escola faz parte e é um elemento estruturante da sociedade. Mas, acredito que teremos um momento para focalizar e discutir sobre este tema: virtualização na escola.
6. Recomendação da Obra.
A obra trata de temas atuais e interessantes, acerca da educação e das novas tecnologias (virtual, computadores e redes digitais). É voltada para estudantes das mais diversas áreas do saber, principalmente, que atua na área de Educação (professores, estudantes, pesquisadores, bem como curiosos).
7. Quem é o Autor?
Pierre Lévy (Tunísia, 1956) é um filósofo da informação que se ocupa em estudar as interações entre a Internet e a sociedade. Nasceu numa família judaica. Fez mestrado em História da Ciência e doutorado em Sociologia e Ciência da Informação e da Comunicação, na Universidade de Sorbonne, França. Trabalha desde 2002 como titular da cadeira de pesquisa em Inteligência Coletiva na Universidade de Ottawa, Canadá. É membro da Sociedade Real do Canadá (Academia Canadense de Ciências e Humanidades).

  • As informações sobre o autor foram pesquisadas e coletadas do site da Biblioteca Colaborativa Digital-Wikipédia, disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy, acesso em 30 jul. 2010.
8. Quem é a Resenhista?
Marisa Medeiros Seara é aluna do Curso de Especialização em Educações e Novas Tecnologias da Faculdade de Educação da UFBA. A presente resenha faz parte da avaliação parcial do Módulo I-A dimensão estruturante das tecnologias (abril, maio, junho, julho e agosto de 2010).

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Utilização da Dimensão Estruturante na Escola

CRE: Cidade-baixa
Escola: Centro Social Mangueira
Professora: Marisa Seara
E-mails:

Tema:
Projeto Get Together: Blogando com Menina Bonita do Laço de Fita

Justificativa:
Observou-se que precisava criar estratégias para trabalhar a auto-estima, trazendo a motivação como norteador para melhorar o rendimento escolar, bem como, a disciplina em sala de aula na escola. Ou seja, se percebeu que para alcançar essas metas é preciso utilizar materiais e ferramentas que sejam conhecidas pelas crianças e principalmente que elas gostem e tenham prazer no que fazem e produzem.

Objetivo Geral:
Explorar a cultura afro-brasileira através do vibeflog.

Objetivos Específicos:
Conhecer literatura afro-brasileira através do livro: Menina Bonita do Laço de Fita.
Relacionar a cultura brasileira e estrangeira.
Valorizar a cultura local e global.
Explorar o ambiente digital: blog.

Metodologia:
Leitura coletiva, interpretação e análise da história: Menina Bonita do laço de fita.
Relação Cultural entre Brasil-África-EUA.
Construção das atividades no ambiente virtual: vibeflog.
Alunos acessam o vibeflog (explorar, conhecer, ler as atividades, etc.).
Realizar as atividades virtuais.
Compartilhar as respostas das atividades com todos da turma.
Analisar e avaliar a atividade realizada.
Novas propostas para as próximas atividades virtuais.

Endereço da atividade: www.vibeflog.com/ingles

Recursos:
Sala de informática com 20 computadores.
Acesso à internet.
Livro: Menina bonita do laço de fita.

Carga Horária:
50 min. por semana com a duração de 2 meses.

Resultados Esperados:
Espera-se que no final dos trabalhos os alunos conheçam a sua história através da abordagem da cultura afro-brasileira na história Menina Bonita do Laço de Fita, utilizando como ferramenta, apoio pedagógico e meio concreto o ambiente virtual: vibeflog, bem como, utilizar a comunicação e exercer a aprendizagem através do blog.

Avaliação:
A avaliação será processual e contínua. Serão observados, através de ficha de acompanhamento e/ou anotações no caderno do professor etc., os seguintes elementos:
Participação nas aulas na sala de informática.
Interação e participação das atividades no vibeflog.
Leitura e reconto da história Menina Bonita do laço de Fita.
Auto-avaliação do uso do vibeflog como instrumento de ensino-aprendizagem.

Profa. Mari Seara